Sábado, 22 de Janeiro de 2011
Apresentação do Plano de Investigação
Quarta-feira, 19 de Janeiro de 2011
Índice do Enquadramento Teórico - FINAL
1. Introdução
2. Televisão Interactiva (iTV)
2.1. Caracterização
2.2. Internet na Tv ou Tv na Internet
2.3. Tecnologias de distribuição
2.3.1. Cabo
2.3.2. IPTV
2.3.2.1. Caracterização / Definição
2.3.2.2. Arquitectura e framework
2.3.2.2.1. Caso do MEO-PT
2.3.2.3. Tipos de serviços interactivos
2.4. Design de interfaces para aplicações de ITV
2.4.1. Guidelines para o Meo
2.5. Evolução da iTV
2.5.1. Em Portugal
2.6. Tipologia de aplicações em iTV
3. Social TV
3.1. Caracterização / Definição
3.2. Estudos de caso
4. User-Generated Content
4.1. Definição
4.2. Tipos de conteúdos gerados
4.3. Práticas associadas
4.4. Motivações e incentivos
4.5. Plataformas online
4.6. UGC na TV
5. Análise às plataformas web de conteúdos audiovisuais
6. Bibliografia
Segunda-feira, 3 de Janeiro de 2011
Cronograma V.0

Modelo de Análise V.1
Esta já é a segunda versão do modelo de análise, apesar de não ter chegado a publicar a primeira. Contudo ainda pode vir a ser modificado.
Conceitos | Dimensões | Indicadores |
Conteúdos | Origem | UGC DVR EPG |
Popularidade | Votações Visualizações Nº de vezes escolhido como favorito |
Classificação | Descrição Tags Temática |
Comunicação | Síncrona | Nº de utilizadores que estão a ver o canal Quem está a ver o canal Shouts |
Assíncrona | Sistemas de recomendação Conteúdos relacionados Partilha em redes sociais Mensagens em wall |
Personalização | Canal | Designação Descrição Idioma Classificação por género Template/Grafismo |
Conteúdos | Ordenação Edição Classificação (metadados) |
Questões de Investigação V.2
Quais as melhores soluções, para a criação de um modelo funcional de um canal personalizado, implementado num serviço de IPTV, resultante da integração de conteúdos provenientes de gravações na Set-Top Box e de plataformas web de UGC?
De que formas, os utilizadores habituados ao uso de plataformas online de WebTV, conseguem transpor as suas experiências, atitudes e motivações para a televisão, garantindo uma experiência de utilização e interacção agradável?
4ª Reunião com os Orientadores
Na passada 3ª feira, dia 28 de Dezembro, tive mais uma reunião com os meus orientadores do projecto de mestrado. Desta feita, a reunião incidiu mais sobre as minhas dúvidas acerca do plano de investigação, nomeadamente assuntos relativos ao modelo de análise e à questão de investigação, bem como assuntos relativos ao enquadramento teórico. Por outro lado, foi também discutido alguns passos que eu devo tomar, tendo em conta o projecto propriamente dito, ou seja, definir de maneira concisa o modo de funcionar do protótipo que vou desenvolver.
Alguns dos resultados obtidos nesta reunião serão publicados nos seguintes posts.
Quinta-feira, 23 de Dezembro de 2010
Metodologia de Investigação
Em relação ás metodologias de investigação que penso em utilizar ao longo do desenvolvimento deste projecto de mestrado são as seguintes:
- Revisão Bibliográfica de forma a assimilar conhecimentos teóricos e conhecer resultados e conclusões de outras investigações de áreas convergentes que vão servir de base para o desenvolvimento do protótipo ;
- Inquéritos por Questionário com uma estrutura fixa e compostos apenas por perguntas fechadas e objectivas de modo a que quem preencha o questionário responda exactamente ao que o investigador quer e de forma que as respostas dadas sejam passíveis de serem analisadas quantitativamente. Estas entrevistas serão realizadas em duas fases diferentes do projecto, no entanto o estilo de questionário será semelhante em ambas as fases no sentido em que todas as perguntas serão fechadas e portanto de resposta curta. A primeira fase será aquando do desenvolvimento do protótipo em que serão lançados inquéritos com a pretensão de adquirir novos conhecimentos, para além dos já obtidos na etapa da revisão da literatura, acerca das preferências dos utilizadores e das atitudes por eles tomadas em plataformas online (Youtube, Vimeo, Sapo Vídeos, etc.) quer ao nível da interacção com a plataforma em si, quer ao nível do consumo, produção e distribuição dos user-generated content. Estes inquéritos servem também para aferir o grau de utilização e de experiência que os utilizadores da televisão têm perante as aplicações interactivas desenvolvidas para o media referido. A segunda fase do uso dos questionários é iniciada aquando da implementação do protótipo e da realização dos testes em laboratório. Nesta fase os questionários são entregues em duas etapas distintas: pré-teste – onde serão realizadas perguntas sobre o perfil do participante em questão e sobre o seu grau de conhecimento e experiência nas áreas em estudo, para que deste modo possamos ter um maior conhecimento do grupo de participantes dos testes em laboratório; pós-teste – em que será perguntado aos participantes a opinião acerca da aplicação e quais os aspectos negativos e positivos mais relevantes;
- Testes em Laboratório de forma a simular um ambiente doméstico, utilizando participantes pré-seleccionados. Estes testes têm como principal objectivo a experimentação do protótipo em estudo por parte de utilizadores que não se encontram directamente ou indirectamente envolvidos no projecto para que seja possível identificar incorrecções e irregularidades técnicas e funcionais no protótipo e assim ser possível reajustar o mesmo. Para além dos inquéritos por questionário já descritos no ponto anterior, parece também pertinente recolher informação durante a fase da experimentação dos participantes. Assim sendo o investigador realizará uma observação directa e participativa dos utilizadores-teste envolvidos, anotando qualquer tipo de informação (pensamentos em voz alta, movimentos anormais, envolvimento com o protótipo, etc.), que ache relevante para a posterior análise, e interagindo com os mesmos para deste modo apreender mais acerca da experiência que cada participante está a realizar;
- Focus Group onde todos os participantes serão reunidos numa sala e, em conjunto, debaterão questões relativas às funcionalidades do protótipo, à facilidade de interacção com o mesmo, falando assim sobre as suas experiências com a aplicação, de modo a detectar aspectos negativos em termos de user experience que possam ser melhorados. Neste caso o investigador não é mais que um mero mediador da discussão;
A amostra dos participantes dos inquéritos será composta por um grupo de pessoas seleccionadas de forma semi-aleatória e os questionários serão disponibilizados via web para um número máximo de 50 pessoas. Os questionários serão maioritariamente entregues a elementos dentro do Departamento de Comunicação e Arte (DeCA) da Universidade de Aveiro, sendo que estes elementos podem ser docentes, alunos ou investigadores de várias áreas, deste modo existirão diferentes níveis de perfis tendo em conta o grau de conhecimento e de experiência os assuntos em questão. Relativamente ao grupo de participantes presentes nos testes do protótipo a ser desenvolvido, este será composto por diversos elementos pré-selecionados do DeCA, alguns dos quais que responderam aos questionários mencionados anteriormente. O número de participantes deverá ser cerca de 20, no entanto este número vai depender do tempo disponível para a realização dos testes.
A análise aos dados obtidos através das técnicas acima descritas será efectuada tendo em conta a quantidade (análise quantitativa) e a qualidade (análise qualitativa) dos dados. A análise quantitativa vai incidir sobre os resultados obtidos através dos inquéritos por questionário, uma vez que as perguntas presentes serão fechadas. Os dados para a análise qualitativa serão obtidos a partir da observação directa e participativa nos testes em laboratório e serão anotados pelo investigador na fase do Focus Group.
Questões de Investigação
Este post já deveria ter sido escrito há mais tempo mas como ainda não há uma versão final das questões/questão de investigação não o fiz. De qualquer maneira publico agora a versão 0 e a versão 1 das questões de investigação. A versão 1 teve em conta as indicações dos orientadores em relação à versão 0.
Versão 0
- Qual o modelo de canal personalizado mais adequado para integrar num serviço de IPTV?
- De que forma a inclusão de conteúdos UGC com conteúdos gravados na Set-Top Box pode gerar um canal personalizado com benefícios quer para o produtor quer para o consumidor?
- Tendo em conta os hábitos de consumo e as motivações de produção de conteúdos audiovisuais na web, de que forma o serviço de IPTV consegue atrair os utilizadores, produtores e consumidores, da Internet para a TV e de que modo o serviço IPTV é capaz de adoptar as características e funcionalidades da web e aplicá-las no sistema televisivo?
Versão 1
- Quais as melhores soluções para a criação de um modelo funcional de um canal personalizado implementado num serviço de IPTV, que permita a integração de conteúdos UGC e conteúdos gravados na Set-Top Box, e que garanta uma experiência de utilização e interacção agradável?
Sábado, 18 de Dezembro de 2010
Reformulação do Índice do Enquadramento Teórico
1. Introdução / Contextualização
2. Televisão Interactiva (ITV)
2.1. Caracterização
2.2. Internet na Tv ou Tv na Web
2.3. Tecnologias de distribuição
2.3.1. Cabo
2.3.2. IPTV
2.3.2.1. Caracterização / Definição
2.3.2.2. Arquitectura e framework
2.3.2.2.1. Caso do MEO-PT
2.3.2.3. Tipos de serviços interactivos
2.4. Design de interfaces para aplicações de ITV
2.4.1. Guidelines para a MEO
2.5. Casos de uso
2.5.1. Em Portugal
2.6. Tipologia de aplicações em ITV
3. Social iTV
3.1. Caracterização / Definição
3.2. Estudos de caso de aplicações
4. User-Generated Content
4.1. Definição
4.2. Tipos de conteúdos gerados
4.3. Motivações e incentivos
4.4. Plataformas online
4.5. Comportamentos e práticas
4.6. UGC na ITV
Segunda-feira, 15 de Novembro de 2010
3ª Reunião com os Orientadores
Hoje tive a minha 3ª reunião de projecto com os orientadores, sendo que desta vez foi realizada à distância via Skype.
Nesta reunião os principais pontos de discussão foram:
- Revisão de alguns pontos do índice do plano de investigação (resumo, caracterizaçao do problema, questões de investigação, objectivos e finalidades) que eu tinha enviado previamente.
- Definição dos próximos passos a tomar por mim no sentido de avançar com o plano de investigação e com o enquadramento teórico.
- Dissipação de algumas dúvidas que eu tinha em relação aos pontos acima referidos.